14.9.12



"assim que soube que te esperava, corri as papelarias à procura do caderninho perfeito onde pudesse registar todos os sentimentos e os nossos acontecimentos ao longo destes meses em que somos um só. (...) ensaiei muitas vezes aquilo que te queria escrever, mas a importância que estas palavras, estas memórias, podiam ter para ti no futuro acobardou-me e nunca o comecei. até hoje. (...) um dia igual aos outros, mas um bom dia, porque nunca vai sair perfeito. nunca te vou conseguir reproduzir com exactidão aquilo que tenho sentido. por isso, desde esta esplanada (...) com uma vista perfeita sobre a nossa Lisboa e a sentir-te a dormitar na minha barriga, aqui vai."

Sem comentários:

Enviar um comentário